
Adormecia no calor dos teus lábios, aguardando uma palavra mágica, capaz de alterar a ordem do universo...
No teu olhar habitavam mil fantasmas, talvez por isso, nunca sentiste verdadeiramente a minha humanidade...
Nunca entendi a tua beleza e o seu contraste...
Quando amavas parecia que odiavas...
Excitante, rosácea, a tua pele tinha uma linguagem,
nos teus olhos profundos viviam sonhos desejados,
mortos à nascença por estranhas memórias negras...
Tudo em ti se harmonizava numa luta de contrários, sem tréguas...
No teu olhar habitavam mil fantasmas, talvez por isso, nunca sentiste verdadeiramente a minha humanidade...
Nunca entendi a tua beleza e o seu contraste...
Quando amavas parecia que odiavas...
Excitante, rosácea, a tua pele tinha uma linguagem,
nos teus olhos profundos viviam sonhos desejados,
mortos à nascença por estranhas memórias negras...
Tudo em ti se harmonizava numa luta de contrários, sem tréguas...
Foi um feliz acaso que me trouxe
ResponderEliminaraqui, ao seu blog. Porque gostei
da verdade ou catarse que sobressai
nos seus textos. Você quase me lem-
brou Ovídeo "...De verdades, não mais, aqui se trata Ó mãe do Amor,
secunda o meu intento...".
Até sempre.
Luiz